Hoje na história - As capas de Veja em 4 de março através dos tempos
E seguimos nossa viagem no tempo pelas capas da revista Veja e hoje voltaremos num 4 de março em anos anteriores.
A primeira capa é de 4 de março de 1970 e falava sobre os problemas no desenvolvimento dos bebês de laboratório. Oito anos mais tarde a ciência deu um enorme passo com o primeiro bebê de proveta do mundo, a inglesa Louise Brown.
No dia 4 de março de 1981 a capa falava da condenação do então presidente do PT luiz Inácio Lula da Silva por organizar greves e isso incomodou demais a ditadura militar. Lula cumpriu parte da pena e depois foi solto e sua condenação anulada.
No dia 4 de março de 1987 o cantor Luiz Caldas ganhava a capa da publicação com o sucesso do Fricote que estourava no carnaval da Bahia.
No dia 4 de março de 1992 o tema era Carnaval, mas falando do domínio do jogo do bicho que pela contravenção tomou conta do samba no Rio de Janeiro.
Em 4 de março de 1998 o então deputado Sérgio Naya estampava a capa como o Vilão da tragédia do Rio. O Edifício Palace II desmoronou no domingo de Carnaval e oito pessoas morreram. Naya era dono da construtora Sersan e acumulava mais de 800 processos na Justiça. Ele acabaria sendo cassado e depois fugiu pros Estados Unidos e morreu em 2009.
Em 4 de março de 2009 uma matéria falava sobre as 10 razões pra ser otimista no Brasil com uma única razão pra preocupar diante da crise financeira mundial.
Seis anos depois em 4 de março de 2015 uma outra crise era tema de capa, desta vez a crise política motivacionada pela Lava Jato e a capa falava em crise de confiança.
E em 4 de março de 2020 a chegada da Covid-19 no Brasil era o tema de capa. O vírus estava espalhado em todo o mundo e fazia estragos na Europa e Ásia e ela chegava ao nosso país. Todo mundo lembra a história e não podemos esquecer, foram mais de 700 mil vidas perdidas no Brasil durante a pandemia.
Quanto custava o exemplar na época
Tive os exemplares de 1987, 1992, 1998, 2009 e 2015 (os dois últimos como assinante) e tenho a edição digital de 2020.
Amanhã tem mais viagem no tempo.








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